Tecedeiras defendem que “não se pode deixar morrer as tradições”
A valorização do artesanato, o futuro do linho e a necessidade de maior apoio dos municípios na divulgação das tradições locais foram alguns dos temas destacados pelas artesãs presentes na 26.ª Feira do Linho.

As tecedeiras reconhecem o interesse crescente pelos produtos feitos à mão, mas alertam para as dificuldades de manter uma atividade que exige tempo, dedicação e conhecimento transmitido entre gerações.
