Rebuçados da Régua resistem ao tempo e enfrentam futuro incerto
Entre a estação e o cais da Régua, as rebuçadeiras vendem memórias embrulhadas em papel, feitas de açúcar, limão e mel. As rebuçadeiras já foram em maior número, mas a tradição, cujo futuro pode estar ameaçado, vai-se mantendo, dia após dia

Na estação do Peso da Régua, há um som que faz parte da paisagem há décadas. No meio dos comboios, dos turistas e do movimento constante, ouve-se repetidamente o pregão de Sónia Tavares, que entre o vai-vem de pessoas vai repetindo a frase “olha o rebuçado”.
